As quatro estações do casamento

Terminei hoje os quatro romances da série As quatro estações do casamento, que Gary Chapman (sim, aquele do livro As Cinco Linguagens do Amor) escreveu em parceria com Catherine Palmer.

Os livros trazem histórias ao mesmo tempo “soltas e relacionadas” de pessoas que vivem numa cidade turística do estado de Missouri, nos EUA, o que explica em parte as mudanças pessoais tão ligadas às estações do ano. Acompanhando um ano dessa comunidade, cada obra, criando metáforas dos dramas pessoais e familiares dos moradores de Deepwater Cove, criam empatia, identidade e suscitam reflexões sobre nossas experiências, expectativas, sonhos, desilusões, acertos e erros.

Não é necessário ter lido As Cinco Linguagens do Amor para compreender a mensagem, pois ao sondar pensamentos e sentimentos dos personagens, nós automaticamente percebemos que alguns desencontros moram na dificuldade de comunicar o amor que se sente e não na falta de amor. Mas, a verdade é que dá uma vontade de ler/reler a obra que explica de modo pratico e objetivo como muitos desencontros na forma de demonstrar o amor podem destruir relacionamentos.

Se você nunca ouviu falar dessa abordagem, deixo uma síntese e a dica do livro:

Segundo o Gary Chapman, a maioria de nós adota prioritariamente uma dessas cinco linguagens para o amor: toque físico, palavras de afirmação, tempo de qualidade, atos de serviço e presentes. Quando (e isso é o mais comum) nosso cônjuge não usa a mesma linguagem, um dos dois – ou ambos! – se sente desvalorizado, mal-amado, invisível ou abandonado.

E sobre os livros que comentei…

No casamento, a gente só entende o clima quando olha para dentro da janela, sentindo os ânimos e humores pelas estações do ano.

E os casamentos, em certo sentido, se assemelham muito aos sentimentos que cada uma delas propicia.

O verão é cheio de alegria, celebração e atividade.

O outono carrega ares de tristeza, angústia e perda.

A primavera traz expectativas, promessas e a oportunidade do recomeço.

O inverno, por sua vez, é a época da frieza, da indiferença e do isolamento.

Em qual das estações você vive com seu cônjuge? O que tem feito para tornar seu relacionamento cada vez mais estável, feliz e emocionalmente rico?

Essas são as reflexões que acompanhei nas histórias dos casais Brenda e Steve, Derek e Kim, Ashley e Brad, e tantos outros que se tornaram “amigos queridos” ao longo da minha leitura que (podem rir) durou pouco mais de uma semana. Não sei o que seria de mim adolescente e leitora voraz se houvesse “Kindle unlimited”, essa biblioteca tão prática e na palma da minha mão – literalmente, pois leio no app do celular!

Essa é a melhor parte: os livros estão no pacote da assinatura mensal desse serviço da Amazon.

😉

Gostou? Neste clima, deixo mais uma dica. Neste vídeo da série Mundo Cópia, Yago Martins fala do casamento a partir de uma música que Sandy fez para o marido, Lucas Lima e tem uma meiguice e uma honestidade grande na música e na reflexão do pastor, homenagens ao casamento visto como um compromisso tão valioso para nós, cristãos.

A união de um homem com uma mulher foi ordenada por Deus em Gênesis – “o homem deve deixar seus pais e unir-se a sua esposa” – e Jesus confirmou a bênção do matrimônio quando realizou seu primeiro milagre numa festa de casamento. E é com um casamento que também termina a Bíblia, como lembra uma música que adoro cantar:

😊

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