Pesquisa relaciona microbiota intestinal e temperamento de bebês

Nos últimos anos, a comunidade científica tem dado bastante atenção à microbiota – conjunto de microrganismos que habita um ecossistema.

Já se sabe, por exemplo, que alterações na microbiota estão associadas ao desenvolvimento de diabete tipo 2, doenças cardiovasculares, obesidade e câncer.

Na nova edição da coluna Decodificando o DNA, Mayana Zatz fala sobre uma pesquisa recente realizada na Finlândia. Os cientistas queriam saber se a microbiota intestinal teria relação com o temperamento de bebês. Os primeiros resultados fazem parte de um estudo de coorte – ferramenta de pesquisa a longo prazo em que o investigador observa, em uma população previamente definida, qual será a incidência de determinada doença – com 4 mil famílias, que vão ser seguidas desde a infância até a idade adulta.

Ainda nessa edição, a professora do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências (IB) da USP fala sobre as políticas do Ministério da Saúde para pesquisas em genética.

Professora titular de Genética do Instituto de Biociencias da USP, Mariana Zatz foi Pró-reitora de Pesquisa da USP (2005-2009).É Coordenadora do CEPID/FAPESP Centro de Pesquisas do Genoma Humano e células-tronco (CEGH-CEL) e do INCT : Instituto Nacional de Células-Tronco em doenças genéticas. É membro da Academia Brasileira de Cièncias e da Academia de Ciências dos Países em Desenvolvimento – TWAS e Presidente Fundadora da Associação Brasileira de Distrofia Muscular (ABDIM).Ganhou vários prêmios nacionais e internacionais.

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